Como nascem os Paradigmas

Animação que ilustra uma pesquisa sobre comportamento e como nascem os paradigmas.

Nesse famoso vídeo podemos observar como um paradigma é formado e como os seres seguem ele, seja animal ou seja o homem. Apesar desse vídeo ser feito por macacos, sabemos que a humanidade na sua maioria faz a mesma coisa, seguem modelos de vidas, mesmo sem saber o porque e o pra que?!

A consciência coletiva, segundo Émile Durkheim (sociólogo francês, 1858-1917), é a força coletiva exercida sobre um indivíduo, que faz com que este aja e viva de acordo com as normas da sociedade na qual está inserido. Isso se chama exterior coercitivo, e remete a necessidade da natureza em se organizar de forma semelhante.

Assim os macacos se organizavam inicialmente por um exterior coercitivo (frio da água que fazia mal, reagindo de forma a evitar esse mal) e depois reagia ficando quieto de forma a vitar o outro mal (ser espancado) simplesmente porque assim o faziam.

Durkheim falava ainda que em uma cidade pequena isso é tão forte que se chama solidariedade mecanica, em que todos simplesmente agem do mesmo jeito sem questionar.

O comportamento deve ser visto como um aspecto constitutivo da espécie humana e como uma relação entre organismo e ambiente. É sempre uma relação ou interação entre eventos ambientais (estímulos) e atividades de um organismo (respostas).

A relação organismo-ambiente pode envolver uma situação aparentemente simples (por exemplo, lacrimejar ao descascar cebolas, abrir uma porta ao ouvir uma campainha) ou obviamente complexa (por exemplo, solucionar um problema, abstrair, conhecer a si mesmo).

O comportamento é responsável por uma série de coisas que rodeiam nossas vidas, você já ouviu falar de paradigma?

Paradigma é um modelo, um modo de pensar sobre algo ou encarar determinada situação, é um padrão a ser seguido.

Em seu livro, O Monge e o Executivo, James C. Hunter nos oferece uma definição mais elaborada, quando diz que “Paradigmas são simplesmente padrões psicológicos, modelos ou mapas que usamos para navegar na vida.

Nossos paradigmas podem ser valiosos e até salvar vidas quando usados adequadamente. Mas podem se tornar perigosos se os tomarmos como verdades absolutas, sem aceitarmos qualquer possibilidade de mudança, e deixarmos que eles filtrem as novas informações e as mudanças que acontecem no correr da vida. Agarrar-se a paradigmas ultrapassados pode nos deixar paralisados enquanto o mundo passa por nós.

Os paradigmas existem para serem quebrados, e podem ser classificados, não genericamente, como tabus, preconceitos, atrasos de vida, falta de atualização e treinamento, e algumas vezes levam a erros que são simplesmente explicados assim: Sempre foi feito assim, então, não vejo porque mudar!”

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Leia mais sobre o livro O monge e o Executivo de James C. Hunter:
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Sergio Ricardo Rocha – Dr Vendas
Palestrante, Consultor e Coach

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